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esquisitice

16/04/2010 13:22

Mãe e filha são expulsas da Disney por se vestirem como princesas

Parque de Paris pediu que a dupla se retirasse.
Natasha Narula tentou festejar aniversário no local.

Do G1, em São Paulo

Natasha e a filha DrewNatasha e a filha Drew (Foto: Reprodução/Mail on line)

A inglesa Natasha Narula, de 35 anos, bem que tentou dar um dia de princesa para sua filha, Drew, 8, mas foi impedida de realizar o sonho da jovem em visita ao parque da Disney em Paris.

Mãe e filha compraram fantasias de princesa para festejar o aniversário de Natasha por três dias no parque francês.

Assim que entraram na Disney, a alegria durou menos de uma hora. A dupla foi parada por seguranças, que pediram que Natasha e Drew voltassem para o hotel e trocassem suas roupas.

Segundo o jornal "Mail on line", o parque alegou que as fantasias de Natasha e Drew estavam muito parecidas com as roupas das princesas da Disney e que elas não poderiam circular no centro de entretenimento naqueles trajes.

Decepcionadas, mãe e filha deixaram o parque sem curtir todos os brinquedos.

Natasha gastou pouco mais de R$ 50 em seu vestido, comprado em um brechó, e costurou a roupa da filha para a ocasião.

 

Um assessor do parque argumentou que ninguém acima de 9 anos de idade pode entrar no parque usando uma fantasia que remeta aos personagens Disney. 

Livro australiano indica 'pitada de sal e pessoa negra' em receita

Erro de digitação custou 20 mil dólares australianos à editora.
Cerca de 7 mil cópias serão impressas novamente.

Do G1, em São Paulo

Livro Pasta BibleLivro Pasta Bible (Foto: Divulgação)

Uma editora australiana teve de imprimir duas vezes sua mais nova publicação depois que um erro de digitação causou polêmica.

Cerca de sete mil cópias do livro "Pasta Bible" ("A bíblia da Massa", em português) indicavam em uma receita "salt and black people" (sal e pessoas negras) ao invés de "salt and black pepper" (sal e pimenta do Reino).

A confusão com as palavras fez com que a Penguin Group Australia gastasse 20 mil dólares australianos em impressão e enviasse uma nota se desculpando com os leitores. No entanto, os livros já impressos não serão recolhidos.

"Quem comprar a cópia com erro, terá direito a trocar seu livro", anunciou a editora.

 

 

 

 

 

 

 

Holly Crawford foi condenada a seis meses de prisão domiciliar.


Uma americana foi sentenciada a seis meses de prisão domiciliar por tentar vender pela internet "gatos góticos" com piercings.

 

Foto: Divulgação

Holly Crawford tentou vender gatos góticos pela internet (Foto: Divulgação)

Holly Crawford, de 35 anos, anunciava os felinos em um site de classificados da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Ao ser descoberta pela crueldade com os animais, ela também foi sentenciada a fechar seu pet shop por dois anos. 

A americana argumentou que todo o material usado para colocar os piercings nos gatos era esterilizado e que os felinos eram bem cuidados. 

Quando procurada pela defesa dos animais, Holly Crawford ainda disse que americanos deixam seus filhos colocarem piercing por todo o corpo e com seus pets não poderia ser diferente. 

 

Bronzeamento artificial pode causar dependência, diz estudo

Há pessoas que se bronzeiam para relaxar, melhorar humor ou se socializar.
Segundo cientistas, comportamento equivale ao da dependência química.

France Presse

Os usuários de cabines de bronzeamento artificial têm tendência à ansiedade e apresentam uma dependência parecida com o vício em álcool e outras drogas, apesar dos "esforços para informar o público sobre os perigos para a saúde" desta prática, conclui um estudo sobre o assunto.

"Apesar de nossos esforços para alertar sobre os perigos para a saúde associados às radiações de raios UV, artificiais ou não, se observa um progressivo aumento do número de jovens adultos que recorrem ao bronzeamento artificial", afirmam os autores da pesquisa, publicada segunda-feira (19) na Revista de Dermatologia ("Archives of Dermatology").

Bronzeamento artificialEstudo ouviu 421 estudantes e descobriu que mais da metade deles utilizava cabines de bronzeamento artificial em média 23 vezes por ano. (Foto: Evil Erin/Flickr - Creative Commons, by, 2.0)"Esta exposição repetida aos raios ultravioleta corresponde ao mesmo comportamento que o de dependentes de substâncias químicas", explicam."Além do desejo de melhorar a pele, fazem bronzeamento para relaxar, melhorar o humor ou se socializar", acrescentam.

O estudo incluiu uma pesquisa com 421 estudantes realizada por professores do centro oncológico Memorial Sloan-Kettering e da Universidade de Albany, no estado de Nova York, e descobriu que mais da metade deles (229) utilizava cabines de bronzeamento artificial em média 23 vezes por ano.

Entre esses estudantes, 70% deles mostravam sintomas de dependência ao bronzeamento artificial, segundo métodos de medição adaptados a questionários.

    Gato preto ganha status de policial na China

    Animal foi batizado de Officer. 
    Policiais respeitam novo 'colega de trabalho'.

    Do G1, em São Paulo

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    Um gato preto que visitava constantemente uma delegacia na cidade de Chongqing, na China, ganhou status de policial. 

     

    Foto: Reprodução/Orange

    Officer, o gato, trabalha no departamento de polícia de Chongqing, na China (Foto: Reprodução/Orange)

     

    Depois de acompanhar os policiais em algumas ocorrências, o animal foi batizado de 'Officer' e foi adotado pela delegacia. 

    Um representante da polícia comentou ao jornal local "Hualong Network" que até o momento ninguém foi reclamar da falta do gato.

     

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